Colbert Filho não é de botar a mão em cumbuca, mas dessa vez resolveu mexer em um vespeiro nacional. Defendeu em rápido discurso na tribuna da Câmara dos Deputados que se dê andamento ao rejeitado projeto de regulação de crimes digitais, de autoria do senador tucano mineiro valerista Eduardo Azeredo.
O projeto foi bombardeado na internet, porque viu-se nele uma tentativa de censurar a rede, ambiente altamente democrático, terror não só dos ditadores mas também dos senadores sem palavra como Mercadante.
No discurso, Colbert disse reconhecer que o projeto tem problemas, mas que se há problemas que de discuta e se vote, porque os crimes e a espionagem digitais estão a crescer, sem que haja regulamentação da matéria.
Vejam por vocês mesmos a transcrição do discurso:
"Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, senhores funcionários e todos aqueles que nos acompanham pela TV Câmara.
Ontem, na reunião do Conselho de Altos Estudos, presidida por V.Exa., Deputado Inocêncio Oliveira, encarreguei-me -- e vou assumir o trabalho mais uma vez -- de fazer com que a matéria que trata de crimes digitais seja votada.
Há 1 ano, a matéria estava parada no Senado há 8 anos. Por ação do Conselho de Altos Estudos desta Casa, o projeto do Senador Eduardo Azeredo foi aprovado. Evidentemente, há imperfeições, mas de lá para cá está tudo parado. Fizemos um seminário internacional no ano passado, com discussões claras sobre a matéria, mas interesses estão levando à paralisia da discussão.
Queremos aqui uma decisão. Se a matéria tem problemas, que ela possa ser aprovada ou rejeitada. Mas que terá que ser votada, terá. O número de crimes na Internet tem aumentado a cada dia, e é preciso especificidade. Ações policiais de escuta e vigilância de dados estão sendo feitas, e não há regulação dessa questão. De vez em quando, aparecem e-mails estampados nos jornais. Então, está havendo, efetivamente, espionagem eletrônica sem controle, a qual precisamos, através dessa matéria, regular.
Por isso, Sr. Presidente, trabalharemos para que a votação ocorra. Decidiremos no voto o que é preciso haver de regulação na área dos crimes digitais."
PROBLEMA PARA COLBERT: Até Lula já classificou o projeto de Azeredo como censura
25.8.09
Wagner promete PMs para distritos, em troca de viaturas pagas pelo município. E só
A prefeitura (que já está reformando delegacias do estado) vai fornecer as viaturas para os distritos. O estado se encarregará pelo menos dos soldados. Segundo a Comunicação do governo municipal o acerto foi feito nesta terça-feira na audiência entre o prefeito Tarcízio Pimenta e o governador Jaques Wagner.
Da reunião participaram também o secretário de Planejamento, Carlos Brito e o deputado estadual José Neto. (a foto é de ACM, da Secom).
Segundo a prefeitura, a reunião foi “bastante produtiva”. Outros assuntos tratados (com as respectivas respostas do governador, segundo a prefeitura) foram:
a. Prolongamento da avenida Nóide Cerqueira, que se liga à Getúlio Vargas pelo viaduto sobre o Contorno
RESPOSTA: O governador demonstrou muito interesse em manter uma parceria para a realização da obra, que tem recursos de emenda federal
b. Conclusão do Centro de Convenções
RESPOSTA : Estamos fazendo uma análise definitiva para uma resposta definitiva a Feira de Santana
c. Implantação de um Shopping a Céu Aberto, para o qual o estado teria recursos segundo informações da Associação Comercial.
RESPOSTA: Jacques Wagner argumentou que nunca conheceu o projeto mas discutiu o assunto com o prefeito, tendo em vista toda a questão social que envolve o comércio informal.
d. Aceleração da obra da Ayrton Sena (prolongamento da João Durval), pois as 300 casas para a remoção de famílias da favela existente num trecho ainda não estão prontas e já corre-se o risco de atrasar a construção do viaduto
RESPOSTA: Não foi divulgada resposta sobre este item.
Resumo: respostas insatisfatórias e evasivas por parte de Wagner. Prometer PMs recebendo as viaturas é o mínimo que se pode fazer. As viaturas são também obrigação do estado. Ou seja, é a prefeitura quem está fazendo uma concessão neste ponto.
Quanto ao resto, nada de concreto. Claro que o prefeito não deve nem pode colocar o governador contra a parede. Porém o tempo vai dizer se há um mínimo de boa vontade ou se a boa vontade só se manifestará em troca de apoio político.
Da reunião participaram também o secretário de Planejamento, Carlos Brito e o deputado estadual José Neto. (a foto é de ACM, da Secom).
Segundo a prefeitura, a reunião foi “bastante produtiva”. Outros assuntos tratados (com as respectivas respostas do governador, segundo a prefeitura) foram:
a. Prolongamento da avenida Nóide Cerqueira, que se liga à Getúlio Vargas pelo viaduto sobre o Contorno
RESPOSTA: O governador demonstrou muito interesse em manter uma parceria para a realização da obra, que tem recursos de emenda federal
b. Conclusão do Centro de Convenções
RESPOSTA : Estamos fazendo uma análise definitiva para uma resposta definitiva a Feira de Santana
c. Implantação de um Shopping a Céu Aberto, para o qual o estado teria recursos segundo informações da Associação Comercial.
RESPOSTA: Jacques Wagner argumentou que nunca conheceu o projeto mas discutiu o assunto com o prefeito, tendo em vista toda a questão social que envolve o comércio informal.
d. Aceleração da obra da Ayrton Sena (prolongamento da João Durval), pois as 300 casas para a remoção de famílias da favela existente num trecho ainda não estão prontas e já corre-se o risco de atrasar a construção do viaduto
RESPOSTA: Não foi divulgada resposta sobre este item.

Resumo: respostas insatisfatórias e evasivas por parte de Wagner. Prometer PMs recebendo as viaturas é o mínimo que se pode fazer. As viaturas são também obrigação do estado. Ou seja, é a prefeitura quem está fazendo uma concessão neste ponto.
Quanto ao resto, nada de concreto. Claro que o prefeito não deve nem pode colocar o governador contra a parede. Porém o tempo vai dizer se há um mínimo de boa vontade ou se a boa vontade só se manifestará em troca de apoio político.
Prefeito no Rio diz que só apóia reeleição do PMDB se Geddel não for candidato na Bahia
Além das investidas em todas as direções na Bahia, Jaques Wagner encontrou no Rio de Janeiro um forte apoio em sua batalha contra Geddel Vieira Lima e mostra que não está para brincadeira.
Se Geddel não desistir de concorrer aqui, quem vai pagar o pato é outro peemedebista: o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Veja porque, na reportagem abaixo, publicada pelo jornal O Dia, da capital fluminense:
Lindberg declara guerra ao PMDB
Petista diz que não retira candidatura ao governo do Rio se peemedebista mantiver a sua na Bahia
Rio - O prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), reclamou ontem do esforço do PMDB para fazê-lo desistir da candidatura ao governo do estado. Ao comentar um suposto acordo entre ele e o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), que condicionaria a sua desistência ao governo do Estado à saída do peemedebista Geddel Vieira Lima da disputa do governo baiano, Lindberg disparou: “O PMDB quer que o PT fique de joelhos”.
A suposta articulação entre os petistas foi divulgada na coluna ‘Radar’, da revista Veja desta semana. Segundo o prefeito de Nova Iguaçu, não houve um acordo direto com Jaques Wagner. Ele afirma, porém, que está disposto a inviabilizar qualquer negociação que o impeça de sair candidato ao governo do Rio caso Geddel realmente dispute o governo baiano.
“O que existe é que, apesar do esforço do PT, inclusive com todo o desgaste para preservar o PMDB no Senado, eles mostram que são insaciáveis. Lançam Geddel e querem minha retirada no Rio. De fato, o lançamento do Geddel é uma provocação. O que eu disse é que se a candidatura Geddel sair, não aceito nem conversar sobre a possibilidade de não ser candidato”, ressaltou o prefeito, por e-mail.
Lindberg disse ainda que se não tiver o apoio do PT para se candidatar ao governo, permanecerá na prefeitura de Nova Iguaçu. Porém, garantiu que a candidatura própria tem apoio de 60% do partido.
“O que acho é que o governo federal está cedendo demais. O PT pagou um preço muito alto nessa crise do Senado, desmoralizando importantes lideranças. E o PMDB não se cansa. Lança Geddel, quer minha saída. Quer tudo. Vamos resistir”.
Ontem, O DIA revelou bastidores da eleição de Nova Iguaçu. Uma das hipóteses, sustentada até por aliados de Lindberg, é que uma aliança entre o PT e o PDT estabeleceria a saída do petista no fim do prazo para a descompatibilização para as eleições do ano que vem, dando lugar para Sheila Gama, sua vice. Ele nega o acordo.
Se Geddel não desistir de concorrer aqui, quem vai pagar o pato é outro peemedebista: o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Veja porque, na reportagem abaixo, publicada pelo jornal O Dia, da capital fluminense:
Lindberg declara guerra ao PMDB
Petista diz que não retira candidatura ao governo do Rio se peemedebista mantiver a sua na Bahia
Rio - O prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), reclamou ontem do esforço do PMDB para fazê-lo desistir da candidatura ao governo do estado. Ao comentar um suposto acordo entre ele e o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), que condicionaria a sua desistência ao governo do Estado à saída do peemedebista Geddel Vieira Lima da disputa do governo baiano, Lindberg disparou: “O PMDB quer que o PT fique de joelhos”.
A suposta articulação entre os petistas foi divulgada na coluna ‘Radar’, da revista Veja desta semana. Segundo o prefeito de Nova Iguaçu, não houve um acordo direto com Jaques Wagner. Ele afirma, porém, que está disposto a inviabilizar qualquer negociação que o impeça de sair candidato ao governo do Rio caso Geddel realmente dispute o governo baiano.
“O que existe é que, apesar do esforço do PT, inclusive com todo o desgaste para preservar o PMDB no Senado, eles mostram que são insaciáveis. Lançam Geddel e querem minha retirada no Rio. De fato, o lançamento do Geddel é uma provocação. O que eu disse é que se a candidatura Geddel sair, não aceito nem conversar sobre a possibilidade de não ser candidato”, ressaltou o prefeito, por e-mail.
Lindberg disse ainda que se não tiver o apoio do PT para se candidatar ao governo, permanecerá na prefeitura de Nova Iguaçu. Porém, garantiu que a candidatura própria tem apoio de 60% do partido.
“O que acho é que o governo federal está cedendo demais. O PT pagou um preço muito alto nessa crise do Senado, desmoralizando importantes lideranças. E o PMDB não se cansa. Lança Geddel, quer minha saída. Quer tudo. Vamos resistir”.
Ontem, O DIA revelou bastidores da eleição de Nova Iguaçu. Uma das hipóteses, sustentada até por aliados de Lindberg, é que uma aliança entre o PT e o PDT estabeleceria a saída do petista no fim do prazo para a descompatibilização para as eleições do ano que vem, dando lugar para Sheila Gama, sua vice. Ele nega o acordo.
Wagner ameaça emprego de Geddel
(comentário do jornalista Ricardo Noblat em seu blog em O Globo)
Assim como pediu a Lula a nomeação de Geddel Vieira Lima (PMDB) para ministro, Jacques Wagner (PT), governador da Bahia, está disposto agora a pedir sua demissão.
Geddel vai disputar o governo contra Wagner. E quer também a garantia de Dilma Rousseff de que ela terá dois palanques na Bahia – o de Wagner e o dele.
É tudo o que Wagner teme - e com razão.
O eleitor poderia concluir ao ver a ministra em dois palanques: “Bem, para Dilma e Lula tanto faz eleger Wagner como Geddel”.
Sem Lula e Dilma ao seu lado, Geddel se verá tentado a oferecer seu palanque ao candidato do PSDB a presidente - seja ele José Serra ou Aécio Neves.
O PMDB de Geddel devolveu a Wagner as secretarias que ocupava no governo dele.
Wagner tentou enfraquecer Geddel atraindo para um possível acordo o atual prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB).
Aparentemente não conseguiu.
No último domingo, em um encontro do PMDB, o prefeito voltou a defender a candidatura de Geddel ao governo.
Lula está empenhado em garantir o apoio do PMDB à candidatura de Dilma.
Não será fácil para ele atender ao pedido de Wagner de despachar Geddel do governo.
Assim como pediu a Lula a nomeação de Geddel Vieira Lima (PMDB) para ministro, Jacques Wagner (PT), governador da Bahia, está disposto agora a pedir sua demissão.
Geddel vai disputar o governo contra Wagner. E quer também a garantia de Dilma Rousseff de que ela terá dois palanques na Bahia – o de Wagner e o dele.
É tudo o que Wagner teme - e com razão.
O eleitor poderia concluir ao ver a ministra em dois palanques: “Bem, para Dilma e Lula tanto faz eleger Wagner como Geddel”.
Sem Lula e Dilma ao seu lado, Geddel se verá tentado a oferecer seu palanque ao candidato do PSDB a presidente - seja ele José Serra ou Aécio Neves.
O PMDB de Geddel devolveu a Wagner as secretarias que ocupava no governo dele.
Wagner tentou enfraquecer Geddel atraindo para um possível acordo o atual prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB).
Aparentemente não conseguiu.
No último domingo, em um encontro do PMDB, o prefeito voltou a defender a candidatura de Geddel ao governo.
Lula está empenhado em garantir o apoio do PMDB à candidatura de Dilma.
Não será fácil para ele atender ao pedido de Wagner de despachar Geddel do governo.
24.8.09
Os 50 "melhores" IFDM da Bahia
Mostramos no texto de ontem que a Bahia está em uma das últimas posições no ranking nacional por estados do índice produzido pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).
Hoje mostramos na tabela abaixo a posição dos municípios. Os 50 “melhores” apenas. A palavra vai entre aspas porque dada a posição do estado como um dos piores dá para imaginar que os municípios que o compõem estão em má situação no plano nacional. Basta ver a situação da capital, Salvador, que no ranking nacional é o 671º município. É espantoso: a terceira maior população do país, não consegue ficar nem entre os 500 municípios melhor classificados.
Feira de Santana tem um desempenho mais ou menos condizente com seu papel no estado. É a segunda população e a sexta no Índice de Desenvolvimento Municipal. No plano nacional também faz vergonha, pois é a 31ª cidade mais populosa. Entretanto ostenta a 1411ª posição no Brasil.
Observe a tabela e tire suas conclusões. Ela mostra a posição de cada município no estado e no Brasil. Basta clicar na tabela para ampliar a imagem. Quem quiser os arquivos completos, pode acessá-los aqui
Hoje mostramos na tabela abaixo a posição dos municípios. Os 50 “melhores” apenas. A palavra vai entre aspas porque dada a posição do estado como um dos piores dá para imaginar que os municípios que o compõem estão em má situação no plano nacional. Basta ver a situação da capital, Salvador, que no ranking nacional é o 671º município. É espantoso: a terceira maior população do país, não consegue ficar nem entre os 500 municípios melhor classificados.
Feira de Santana tem um desempenho mais ou menos condizente com seu papel no estado. É a segunda população e a sexta no Índice de Desenvolvimento Municipal. No plano nacional também faz vergonha, pois é a 31ª cidade mais populosa. Entretanto ostenta a 1411ª posição no Brasil.
Observe a tabela e tire suas conclusões. Ela mostra a posição de cada município no estado e no Brasil. Basta clicar na tabela para ampliar a imagem. Quem quiser os arquivos completos, pode acessá-los aqui
Região Metropolitana de Feira por um fio
Eis um projeto importante, mas emperrado. Criar a região metropolitana de Feira de Santana, de maneira que investimentos em toda a região sejam planejados e aumentados, com a formação de um órgão específico na esfera estadual para tratar do tema, é um passo importante para o desenvolvimento.
A região metropolitana foi proposta por Colbert Filho quando ainda era deputado estadual em 1994. O assunto caiu no esquecimento e voltou a ser discutido com maior ênfase este ano. Colbert era aliado do governo estadual, promoveu seminário no auditório da Associação Comercial, que teve uma presença suprapartidária e apoio generalizado, pelo menos de boca. Além do prefeito Tarcízio Pimenta, um dos presentes foi o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima, que anunciou esforço para levar adiante a proposta.
Veio o rompimento do PMDB de Geddel com Wagner. Colbert não faz mais parte da base aliada, mas diz que acredita que o projeto possa sim ser levado adiante pelo governo, que teria interesse também em criar a Região Metropolitana de Itabuna-Ilhéus.
Os projetos precisam ser aprovados pela Assembléia Legislativa. Uma vez criada oficialmente, a Região já poderia ser contemplada com verbas no orçamento da União para 2010. Ocorre que, para isso, seria preciso aprovar ainda em setembro, pois em outubro fecham-se as negociações para inclusão de emendas no orçamento da União.
O prazo, portanto, está terminando. O secretário de Planejamento, Walter Pinheiro, já foi alertado e de acordo com Colbert falou que vai tocar o projeto, consciente de que precisa agilizar, visando as definições do orçamento em Brasília.
A região metropolitana foi proposta por Colbert Filho quando ainda era deputado estadual em 1994. O assunto caiu no esquecimento e voltou a ser discutido com maior ênfase este ano. Colbert era aliado do governo estadual, promoveu seminário no auditório da Associação Comercial, que teve uma presença suprapartidária e apoio generalizado, pelo menos de boca. Além do prefeito Tarcízio Pimenta, um dos presentes foi o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima, que anunciou esforço para levar adiante a proposta.
Veio o rompimento do PMDB de Geddel com Wagner. Colbert não faz mais parte da base aliada, mas diz que acredita que o projeto possa sim ser levado adiante pelo governo, que teria interesse também em criar a Região Metropolitana de Itabuna-Ilhéus.
Os projetos precisam ser aprovados pela Assembléia Legislativa. Uma vez criada oficialmente, a Região já poderia ser contemplada com verbas no orçamento da União para 2010. Ocorre que, para isso, seria preciso aprovar ainda em setembro, pois em outubro fecham-se as negociações para inclusão de emendas no orçamento da União.
O prazo, portanto, está terminando. O secretário de Planejamento, Walter Pinheiro, já foi alertado e de acordo com Colbert falou que vai tocar o projeto, consciente de que precisa agilizar, visando as definições do orçamento em Brasília.
23.8.09
Bahia mal na fita, em 22º no índice Firjan
Não é nenhuma novidade, mas cada novo índice divulgado reforça o tenebroso atraso socioeconômico da Bahia. Desta vez foi o índice Firjan, que a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro decidiu desde 2008 divulgar anualmente. Saiu a nova versão, tendo como base os dados de 2006.
No ranking dos estados, a Bahia fica à frente de apenas cinco unidades da Federação (você já deve ter adivinhado que Alagoas – de Collor – e Maranhão – de Sarney – são os piores). Repare que os índices baianos são ainda da Bahia de ACM, embora não esteja parecendo que vai mudar grande coisa com o comandante atual.
O índice Firjan leva em conta dados oficiais, fornecidos pelos ministérios do Trabalho, Saúde e Educação. A nota das três áreas (Emprego & Renda, Saúde e Educação) compõe a média final. O índice da Bahia é 0,5925 (1 seria a nota máxima). O líder São Paulo atinge a nota 0,8637.
Das três áreas, a educação, claro, é o que mais derruba a nota baiana. Temos 0,6512 em Emprego & Renda, 0,6427 para Saúde e 0,4835 em Educação. Esta nota de Educação é tão ruim que é a penúltima do Brasil, à frente apenas de Alagoas que tem índice de 0,4833.
Até o décimo primeiro lugar, comparecem apenas estados do Sudeste, Sul e Centro Oeste. Daí para baixo apenas Norte e Nordeste. O melhor estado nordestino é Sergipe.
PS: O pior de tudo é que a Bahia caiu em 2006, em relação ao índice do ano anterior. Passou da 18ª posição para a 22ª no ranking nacional. Caiu de 0,6183 para 0,5925. A média nacional é 0,7376.
(veja abaixo a tabela por ordem do melhor para o pior índice)

Nos próximos textos vamos explorar mais o tema, falando de municípios
No ranking dos estados, a Bahia fica à frente de apenas cinco unidades da Federação (você já deve ter adivinhado que Alagoas – de Collor – e Maranhão – de Sarney – são os piores). Repare que os índices baianos são ainda da Bahia de ACM, embora não esteja parecendo que vai mudar grande coisa com o comandante atual.
O índice Firjan leva em conta dados oficiais, fornecidos pelos ministérios do Trabalho, Saúde e Educação. A nota das três áreas (Emprego & Renda, Saúde e Educação) compõe a média final. O índice da Bahia é 0,5925 (1 seria a nota máxima). O líder São Paulo atinge a nota 0,8637.
Das três áreas, a educação, claro, é o que mais derruba a nota baiana. Temos 0,6512 em Emprego & Renda, 0,6427 para Saúde e 0,4835 em Educação. Esta nota de Educação é tão ruim que é a penúltima do Brasil, à frente apenas de Alagoas que tem índice de 0,4833.
Até o décimo primeiro lugar, comparecem apenas estados do Sudeste, Sul e Centro Oeste. Daí para baixo apenas Norte e Nordeste. O melhor estado nordestino é Sergipe.
PS: O pior de tudo é que a Bahia caiu em 2006, em relação ao índice do ano anterior. Passou da 18ª posição para a 22ª no ranking nacional. Caiu de 0,6183 para 0,5925. A média nacional é 0,7376.
(veja abaixo a tabela por ordem do melhor para o pior índice)

Nos próximos textos vamos explorar mais o tema, falando de municípios
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