25.11.09

Alunos fazem exposição de arte

Arte em tela reciclada e pequenos objetos moldados em argila produzidos pelos alunos do Centro de Educação Complementar (CEC) Dom Silvério Albuquerque, situado no bairro Baraúnas, estão expostos no Foyer Jota Morbeck, do Centro de Cultura Maestro Miro.

“Despertando a Consciência Ecológica: Fauna e Flora Brasileira” começou ontem e vai até o dia 27, sexta.

As telas foram feitas em papel reciclado e colocadas em molduras feitas com palha de bananeira ou folhas secas.

Abaixo uma amostra dos trabalhos, com fotos de ACM e Sílvio Tito, da secretaria de Comunicação.


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A pesquisa mais confiável

 

Desde que iniciamos a enquete “Qual a pesquisa mais confiável?” a opção “Nenhuma pesquisa eleitoral é confiável” sempre ficou em primeiro lugar. Mas na reta final a “pesquisa de Wagner” obteve votos suficientes para empatar. A possibilidade de votar foi encerrada domingo. Em último ficou a opção “pesquisa de Souto”. Isso mesmo depois da lambança do presidente do PT, Jonas Paulo, que inventou uma pesquisa do Vox Populi e divulgou para a imprensa.

Veja abaixo no gráfico como ficou o resultado final da enquete Qual a pesquisa mais confiável?:

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23.11.09

Jaime Cruz vence primeiro turno no PT

 

A eleição no diretório municipal do PT vai para o segundo turno, que deve ocorrer dentro de 15 dias.

Jaime Cruz ficou em primeiro lugar na apuração do Processo de Eleição Direta de ontem. A disputa pelo segundo lugar foi vencida por Marialvo Barreto por apenas 9 votos.

Veja o resultado da eleição:

CANDIDATO

Votos

Jaime Cruz

264

Marialvo Barreto

194

Ivanide Santa Bárbara

185

José Rocha

85

 

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22.11.09

É assim que a educação vai melhorar

Posso me considerar até um entusiasta da lousa eletrônica, que a prefeitura começa a instalar nas escolas municipais. Mas todos os estudiosos da educação dizem que a participação da comunidade é um fator preponderante para que a educação melhore. Ou seja, a tecnologia sozinha não vai resolver o problema.

Pois bem, participar foi o que fez a comunidade no distrito de Humildes, ao reivindicar um prédio novo, enfim, uma escola de verdade, construída para ser escola e não o remendo que existe por lá como anexo da Antônio Brandão de Souza.

Uma expressiva passeata com pais, funcionários, professores e estudantes tomou as ruas sexta-feira e pediu providências para acabar com o vexame. A própria diretora, Andrea Carla Correia do Carmo falou para Alean Rodrigues no A Tarde que nas 10 salas onde ocorrem as aulas, com classes superlotadas, faz calor demais no verão e molha no inverno quando chove. Duas salas somente têm um piso decente. As outras ficaram no cimento mesmo. Os banheiros, além de serem apenas um para meninos e outro para meninas, com 800 alunos por dia, de 5ª a 8ª série, estão em condições precárias. Toda a escola, aliás, está em condição precária, como mostram as fotos de Reginaldo Pereira que acompanham este texto. As salas de aula funcionam nas construções na parte lateral. A casa no centro é a administração.

Há 10 anos é assim. Já chega.

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Meta do governo é extinguir anexos

A boa notícia é que o governo pretende acabar com cerca de 40 anexos que funcionam nas escolas da rede municipal. Foi o que me disse o secretário José Raimundo Azevedo.

Ele reconhece que as condições de muitas escolas são precárias e dificultam a meta de melhorar a qualidade do ensino.

A falta de condições inclusive é a justificativa que o secretário deu para o fato do governo ter adquirido a princípio menos de 50 lousas eletrônicas, quando as escolas da rede passam de 200. As restantes receberão as lousas à medida que passarem por reforma.

Quanto à escola de Humildes, que ele reconhece estar entre as que estão precisando de reforma, ou mesmo da construção de uma nova, o assunto será tratado em audiência terça-feira com o prefeito Tarcízio Pimenta.

Nesta segunda-feira, o governo entrega uma escola reformada no conjunto Fraternidade. É a escola Maria Helena Queiroz, cuja foto você vê abaixo. O número de salas de aula foi aumentado e será implantada lousa eletrônica e centro digital.




 


 



Zé Neto vereador

O deputado Zé Neto (PT) é inegavelmente muito trabalhador. E ele mesmo já declarou que prefere ser chato do que omisso, ao ser criticado por se meter em tudo e marcar presença quase ininterruptamente nas emissoras de rádio (cujos programas às vezes parecem existir tão somente para dar espaço a ele e outros tantos políticos, alguns dos quais falam muito mais do que fazem).

O deputado está correto ao dizer que não pode ser omisso. É louvável isso. O que não é louvável é usar expediente de vereador para causar boa impressão. Todo mundo sabe que vereador tem aquele costume de apresentar os chamados requerimentos e indicações, sugerindo ao prefeito o que eles sabem que vai ser feito, porque é rotina e está na programação. Quando o serviço afinal acontece, o vereador pode se gabar de que tem prestígio, de que só foi feito porque pediu.

O mesmo faz o deputado ao distribuir à imprensa texto informando que solicitou reforço de policiamento para o Feiraguai por causa do movimento maior da época natalina. “O deputado visa a prevenção e repressão das ocorrências nas festas de final de ano”, diz seu comunicado.

Reforço no policiamento do centro no Natal é providência adotada pela PM todos os anos. Ai de nós se o comando da Polícia Militar dependesse do aviso de um deputado para se dar conta desta necessidade primária.

Forçando a barra assim Zé Neto apequena, ao invés de engrandecer seu mandato.

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Assessor de João Durval tem empresa “sem fachada”

Sem fachada porque no endereço informado na nota fiscal não existe empresa nenhuma. Mesmo assim, a SC Comunicações e Eventos, do jornalista Umberto de Campos Goularte, assessor do senador João Durval (PDT-BA), foi a que mais prestou serviços de “consultoria”, emitindo notas com as quais 20 deputados justificaram despesas de suas verbas indenizatórias.

Leia abaixo o que foi publicado hoje, como manchete da Folha de São Paulo (o período analisado compreende apenas os últimos quatro meses de 2008):

Líder em volume de recursos no quesito "consultoria", com R$ 115 mil, a SC Comunicações e Eventos, que emitiu notas para dez deputados e ex-deputados, também não é conhecida em seu endereço oficial, uma casa simples em Luziânia (GO).

"Nunca funcionou nenhuma empresa ali, isso eu posso garantir", afirmou o caminhoneiro Giovani Braz de Queiroz, dono do imóvel há 12 anos.
Proprietário da SC, o jornalista Umberto de Campos Goularte, assessor do senador João Durval (PDT-BA), diz que o endereço inexistente se deve a um erro de seu contador e que ele prestou serviços de assessoria de imprensa, atividade para a qual os deputados já têm verbas específicas – R$ 60 mil ao mês.

Goularte disse ainda que a SC fica em Luziânia porque é lá que vive o seu contador e que a empresa cumpre "todas as suas obrigações". Segundo a prefeitura da cidade, porém, a empresa não recolhe ISS (Imposto Sobre Serviços) desde 2007.

Dois dos deputados que entregaram notas da SC contaram versão distinta, afirmando que a assessoria ou era jurídica ou produzia pareceres políticos.

Outra empresa, a Seven Promoções, emitiu em três meses notas de numeração 1, 2 e 3 a Zezéu Ribeiro (PT-BA), indício de que "trabalhava" exclusivamente para o deputado. Apesar de ter sido aberta em 1999, a firma só emitiu as primeiras notas em 2008. No endereço citado, em Brasília, funciona uma corretora de planos de saúde.

Os deputados baianos Severiano Alves (PMDB) e Uldurico Pinto (PHS) entregaram uma série de notas da Valente & Bueno Assessoria Empresarial, que informou à Receita funcionar num apartamento na Asa Sul de Brasília. O dono do imóvel nunca ouviu falar da firma.

No período analisado, a Valente & Bueno teria recebido R$ 56 mil dos dois deputados, mas, segundo eles, os pagamentos remontam a 2006, o que elevaria o valor a pelo menos R$ 350 mil se o padrão de pagamentos for constante. Severiano e Uldurico disseram que os serviços foram prestados, mas não souberam detalhá-los.

Severiano falou que a assessoria era "consultoria de mídia, principalmente" e que interrompeu os trabalhos em abril porque a Câmara teria proibido a contratação de consultorias, o que não é verdade. Uldurico disse não se lembrar exatamente o que solicitou – foram "trabalhos jurídicos, específicos".

Assinantes da Folha ou do UOL podem ler as matérias neste link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2211200902.htm

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