Os frangos podem ser uma nova fonte de renda para um grupo de 600 e poucos agricultores familiares em Feira de Santana.
Os frangos também podem causar um prejuízo milionário.
O governo municipal, em parceria com o estado e a UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) patrocinou um curso sobre manejo e produção, para 638 agricultores. Cada um terá que construir seu aviário, mas receberá do projeto 25 frangos, 40 quilos de ração e mais um comedouro e um bebedouro.
Tudo que venha no sentido de gerar renda para o homem do campo, a princípio é bom. O problema neste caso é o aparecimento de uma nova realidade, por conta da famigerada gripe do frango.
A revista quinzenal Exame (sobre economia e negócios) que está nas bancas, trata do assunto e mostra que as grandes empresas nacionais do setor estão de cabelo em pé com a inércia do governo federal. Temem que ocorra como no caso do foco de aftosa em Mato Grosso do Sul e Paraná, que foi há quatro meses e até hoje impede que o Brasil exporte carne bovina para 56 países, o que gera perdas anuais de centenas de milhões de dólares.
A posição das empresas é que a criação doméstica de galinhas simplesmente seja proibida, como ocorre na Alemanha e na Holanda (em Hong Kong, que é ditadura, quem criar frangos vai pra cadeia). O produtor caseiro, lógico, tem menos condições de adotar as medidas preventivas necessárias. No entanto, é política governamental, não somente em Feira de Santana, mas no Nordeste, estimular este tipo de criação.
É assunto para ser discutido por especialistas, mas que não pode deixar de ser discutido, pois é da mais alta importância. Exclusive os que entrarem agora para o ramo, subsidiados pela Prefeitura, a criação de frangos já é uma atividade econômica importante na região, com algumas empresas médias e milhares de agricultores.
Agora é moda
A democracia foi timidamente restaurada no Brasil no distante 1985, quando Tancredo Neves ganhou a eleição indireta para presidente e morreu, deixando o governo nas mãos do desastroso oligarca José Sarney, que até hoje não nos deixa em paz.
A democratização é um processo, que se completa mais devagar quanto menor é o nível de educação das pessoas e a consciência sobre seus direitos. Por isso, até hoje tem gente que ainda não se habituou com uma de suas facetas, que é a liberdade de expressão. E eis que, para espanto geral, mesmo na Câmara de Vereadores, uma tribuna livre por natureza, por essência, um vereador ainda quer cercear o direito de outro falar.
Refiro-me à decisão de Renildo Brito de levar Roberto Tourinho à Corregedoria da Câmara, por ter dito em pronunciamento que há vereadores que representam as empresas de transporte. Ora, em alguns casos, esta representação foi até mesmo assumida pelos representantes, e, em tese, não há nada de mal nisto.
Vereadores já enfrentaram passeatas enfurecidas de estudantes, ameaças de quebra-quebra e agressões físicas, para aprovar propostas de interesse das empresas; ou rejeitar propostas que contrariavam estes interesses. A princípio seria louvável essa bravura. Defender as convicções até a morte é um gesto heróico. O problema é que não se vê dos vereadores esta disposição em outras causas, o que naturalmente levanta suspeitas.
Tourinho não afirmou, como disse Renildo, que havia vereadores no bolso das empresas. Seria certamente ofensivo e mesmo assim, talvez não fosse o caso de resultar num processo. Se nem os vereadores, regimentalmente invioláveis em suas declarações, podem dizer abertamente o que pensam, onde é que vamos parar? Em pouco tempo, andaremos todos com esparadrapo na boca.
Ao invés de ocorrer a contestação do discurso com outro discurso e deixar as coisas no campo do debate de idéias, argumentos e contra-argumentos, apela-se logo ao tapetão.
Isso tudo, porém, está claro, é conseqüência do circo que se instalou em Brasília há um ano, que produz resultado quase nenhum, mas popularizou a instância do Conselho de Ética (similar à nossa Corregedoria), que agora está na moda.
Publicado na Tribuna Feirense em 24/03/06
24.3.06
18.3.06
Nada de choro
Foi motivo de debate nas páginas deste matutino o fechamento do Shopping Centro e sua possível relação com a eterna “crise”, palavra evocada para justificar qualquer percalço empresarial.
Eu adoro um debate, mas neste caso, acho que ele nem precisava ter começado, pois não dá para dizer que Feira de Santana está em crise; ou então, nada é o que parece ser.
Foi em 1994 que vim morar em Feira de Santana. Embora eu viesse da segunda maior cidade do país e tida até hoje por muitos como capital federal em alguns aspectos (especialmente pelo poder irradiador de sua cultura), Feira nunca me pareceu uma cidadezinha de interior. Sempre notei uma vitalidade, um dinamismo muito forte.
Mas naquela época, o que mais se ouvia era que a cidade estava mal, muito mal, a caminho do abismo. Eu não entendia bem porque; ou melhor, não concordava com esta visão. Admirava-me de ver tanta gente da própria cidade, a falar mal dela. A coisa chegou a tal ponto que a TV Subaé lançou a campanha Feira Faz Bem, numa iniciativa para combater o baixo astral.
Se em 1994, não havia motivo suficiente para desespero, hoje muito menos. Quem é do lugar, pelo hábito, às vezes não percebe certas mudanças. Como os pais que não percebem no dia a dia os filhos crescerem, e, quando alguém que não via os meninos há alguns meses diz “nossa, como estão grandes”, estranham.
Então penso que devo dar um testemunho para lembrar o tanto de avanços somente do tempo em que vivo aqui.
A maior empresa do mundo, Wall Mart, está instalada na cidade, como proprietária que é do Bompreço. Este por sua vez, situa-se dentro do Shopping Iguatemi, que não veio para Feira para socorrer a cidade, mas porque enxergava nela um potencial econômico grande. E tanto estava certo que anda a cada dia mais cheio e já pensa em ampliação. No mesmo shopping situa-se desde o começo a C&A, uma das maiores do setor no Brasil, também controlada por um grupo estrangeiro e mais recentemente as Lojas Americanas, que em seu segmento, se não é a maior, é uma das maiores do país. Todas empresas que só investem depois de estudar o mercado e se certificar de seu potencial.
Nos principais pontos comerciais do município, houve uma expansão de lojas grandes e médias, com fachadas atraentes e vitrines bem elaboradas, coisa que antes não se via. Novas áreas são agregadas a cada dia a um centro comercial que se expande, trazendo inclusive o efeito colateral da falta de lugar para estacionar onde há pouco tempo só existiam residências.
No setor de eletrodomésticos mesmo, lojas que já atuavam na cidade ampliaram o número de estabelecimentos (como Insinuante e Lojas Maia) e outras chegaram (como Ricardo Eletros). No setor de óticas, outras empresas também vieram de fora, buscar seu pedaço neste bolo.
Claro, as próprias lojas feirenses, como Universal, reagiram, melhoraram, diversificaram, investiram na aparência de seus pontos de venda. A área de decoração, que tinha apenas a Casanova dentro de um estilo mais sofisticado, passou a exibir uma vibrante concorrência, com várias lojas grandes e espaçosas.
Um exemplo dos mais evidentes é das Pedras Maram, que de um ponto comercial misturado com depósito no Contorno passou a um belo e bem projetado escritório comercial na Getúlio Vargas. Certamente esta é outra área em que logo nomes de expressão nacional começarão a desembarcar.
Na educação, também os empreendedores feirenses demonstraram competência, abrindo faculdades particulares que seguem em expansão. Os de fora também não ficaram alheios ao potencial deste mercado e temos agora o que se pode chamar de um pólo universitário, que espero ver crescer e se qualificar muito mais, para que a cidade encontre seu rumo e sua estabilidade definitivamente, por meio desta mão de obra mais qualificada.
E ainda o poder público, que saneado e melhor administrado, recuperou a capacidade de investimento, o que gera emprego e levanta a auto-estima da população, ao ver chegarem melhorias em ruas e bairros que viviam no esquecimento.
Outros exemplos existem, mas nem me ocorrem agora neste levantamento feito de memória nem é infinito o espaço da página, ou o tempo do leitor. Porém estas já são evidências suficientes para esperamos nunca mais ouvir aquela ladainha de que “Feira vai acabar”. Se um empreendimento fecha as portas, é lamentável. Mas as causas do fracasso devem ser buscadas dentro dele e não fora.
Publicado na Tribuna Feirense em 17/03/2006
Eu adoro um debate, mas neste caso, acho que ele nem precisava ter começado, pois não dá para dizer que Feira de Santana está em crise; ou então, nada é o que parece ser.
Foi em 1994 que vim morar em Feira de Santana. Embora eu viesse da segunda maior cidade do país e tida até hoje por muitos como capital federal em alguns aspectos (especialmente pelo poder irradiador de sua cultura), Feira nunca me pareceu uma cidadezinha de interior. Sempre notei uma vitalidade, um dinamismo muito forte.
Mas naquela época, o que mais se ouvia era que a cidade estava mal, muito mal, a caminho do abismo. Eu não entendia bem porque; ou melhor, não concordava com esta visão. Admirava-me de ver tanta gente da própria cidade, a falar mal dela. A coisa chegou a tal ponto que a TV Subaé lançou a campanha Feira Faz Bem, numa iniciativa para combater o baixo astral.
Se em 1994, não havia motivo suficiente para desespero, hoje muito menos. Quem é do lugar, pelo hábito, às vezes não percebe certas mudanças. Como os pais que não percebem no dia a dia os filhos crescerem, e, quando alguém que não via os meninos há alguns meses diz “nossa, como estão grandes”, estranham.
Então penso que devo dar um testemunho para lembrar o tanto de avanços somente do tempo em que vivo aqui.
A maior empresa do mundo, Wall Mart, está instalada na cidade, como proprietária que é do Bompreço. Este por sua vez, situa-se dentro do Shopping Iguatemi, que não veio para Feira para socorrer a cidade, mas porque enxergava nela um potencial econômico grande. E tanto estava certo que anda a cada dia mais cheio e já pensa em ampliação. No mesmo shopping situa-se desde o começo a C&A, uma das maiores do setor no Brasil, também controlada por um grupo estrangeiro e mais recentemente as Lojas Americanas, que em seu segmento, se não é a maior, é uma das maiores do país. Todas empresas que só investem depois de estudar o mercado e se certificar de seu potencial.
Nos principais pontos comerciais do município, houve uma expansão de lojas grandes e médias, com fachadas atraentes e vitrines bem elaboradas, coisa que antes não se via. Novas áreas são agregadas a cada dia a um centro comercial que se expande, trazendo inclusive o efeito colateral da falta de lugar para estacionar onde há pouco tempo só existiam residências.
No setor de eletrodomésticos mesmo, lojas que já atuavam na cidade ampliaram o número de estabelecimentos (como Insinuante e Lojas Maia) e outras chegaram (como Ricardo Eletros). No setor de óticas, outras empresas também vieram de fora, buscar seu pedaço neste bolo.
Claro, as próprias lojas feirenses, como Universal, reagiram, melhoraram, diversificaram, investiram na aparência de seus pontos de venda. A área de decoração, que tinha apenas a Casanova dentro de um estilo mais sofisticado, passou a exibir uma vibrante concorrência, com várias lojas grandes e espaçosas.
Um exemplo dos mais evidentes é das Pedras Maram, que de um ponto comercial misturado com depósito no Contorno passou a um belo e bem projetado escritório comercial na Getúlio Vargas. Certamente esta é outra área em que logo nomes de expressão nacional começarão a desembarcar.
Na educação, também os empreendedores feirenses demonstraram competência, abrindo faculdades particulares que seguem em expansão. Os de fora também não ficaram alheios ao potencial deste mercado e temos agora o que se pode chamar de um pólo universitário, que espero ver crescer e se qualificar muito mais, para que a cidade encontre seu rumo e sua estabilidade definitivamente, por meio desta mão de obra mais qualificada.
E ainda o poder público, que saneado e melhor administrado, recuperou a capacidade de investimento, o que gera emprego e levanta a auto-estima da população, ao ver chegarem melhorias em ruas e bairros que viviam no esquecimento.
Outros exemplos existem, mas nem me ocorrem agora neste levantamento feito de memória nem é infinito o espaço da página, ou o tempo do leitor. Porém estas já são evidências suficientes para esperamos nunca mais ouvir aquela ladainha de que “Feira vai acabar”. Se um empreendimento fecha as portas, é lamentável. Mas as causas do fracasso devem ser buscadas dentro dele e não fora.
Publicado na Tribuna Feirense em 17/03/2006
13.3.06
Vacinação contra rotavírus
As vacinas contra o rotavírus – uma das principais causas de diarréia grave em bebês – começaram a ser aplicadas nesta segunda (13/3) nas unidades públicas de saúde de Feira de Santana. O município recebeu do Ministério da Saúde 1.665 doses.
Serão imunizadas crianças com idade a partir de um mês e 15 dias até cinco meses e sete dias. A segunda dose deve ser aplicada entre um e dois meses depois da primeira.
O rotavírus pode até causar morte. Os principais sintomas são febre, vômitos e diarréia freqüente. Um quadro que pode durar entre três e seis dias. O vírus é transmitido através de alimentos e água contaminados e também pelo contato direto com pessoas infectadas. O período de incubação é relativamente curto, de um a três dias.
A doença se manifesta com maior intensidade no inverno. A vacinação ocorre antes, para que possam criar anticorpos.
Serão imunizadas crianças com idade a partir de um mês e 15 dias até cinco meses e sete dias. A segunda dose deve ser aplicada entre um e dois meses depois da primeira.
O rotavírus pode até causar morte. Os principais sintomas são febre, vômitos e diarréia freqüente. Um quadro que pode durar entre três e seis dias. O vírus é transmitido através de alimentos e água contaminados e também pelo contato direto com pessoas infectadas. O período de incubação é relativamente curto, de um a três dias.
A doença se manifesta com maior intensidade no inverno. A vacinação ocorre antes, para que possam criar anticorpos.
Genésio Serafim assume Secretaria de Habitação
Toma posse nesta quarta-feira no cargo de secretário de Habitação, o vereador Genésio Serafim de Lima. A Secretaria estava sendo ocupada interinamente pelo secretário de Planejamento, Carlos Brito. Na Câmara, ele foi substituído pelo advogado Magno Felzemburg, que deixou o Procon.
Pré-vestibular público é ampliado
Quem estudou em escola pública em qualquer época, pode agora fazer parte do programa Universidade para todos, o cursinho pré-vestibular do governo estadual. Até o ano passado, as vagas eram restritas a pessoas que se formaram nos últimos cinco anos.
Aumentou também o número de vagas. A Universidade Estadual de Feira de Santana vai oferecer 3.180. São 1.605 vagas a mais que em 2005, aumento superior a 100%. Em toda a Bahia o Governo do Estado disponibiliza cerca de 20 mil vagas.
A inscrição para seleção pode ser feita até 24 de março em qualquer escola da rede estadual de ensino. É necessária apresentar originais da: carteira de identidade e CPF, comprovante de residência, históricos de 5ª a 8ª série e do ensino médio e histórico do 1º e 2º ano do ensino médio para alunos, que ainda estão cursando o 3º ano. As aulas serão realizadas no período de 3 de abril a 30 de novembro, com carga horária de 800 horas. Informações através do Disque Somar (0800-2858000) ou pela internet (www.sec.ba.gov.br/matricula2006).
EMPREGO PARA MONITORES
A ampliação do número de vagas também vai proporcionar trabalho com remuneração para 170 estudantes da UEFS que atuarão como professores-monitores, 60 vagas a mais que em 2005. O edital para seleção dos professores já foi publicado e pode ser conferido na internet (www.uefs.br), em “Editais”.
Aumentou também o número de vagas. A Universidade Estadual de Feira de Santana vai oferecer 3.180. São 1.605 vagas a mais que em 2005, aumento superior a 100%. Em toda a Bahia o Governo do Estado disponibiliza cerca de 20 mil vagas.
A inscrição para seleção pode ser feita até 24 de março em qualquer escola da rede estadual de ensino. É necessária apresentar originais da: carteira de identidade e CPF, comprovante de residência, históricos de 5ª a 8ª série e do ensino médio e histórico do 1º e 2º ano do ensino médio para alunos, que ainda estão cursando o 3º ano. As aulas serão realizadas no período de 3 de abril a 30 de novembro, com carga horária de 800 horas. Informações através do Disque Somar (0800-2858000) ou pela internet (www.sec.ba.gov.br/matricula2006).
EMPREGO PARA MONITORES
A ampliação do número de vagas também vai proporcionar trabalho com remuneração para 170 estudantes da UEFS que atuarão como professores-monitores, 60 vagas a mais que em 2005. O edital para seleção dos professores já foi publicado e pode ser conferido na internet (www.uefs.br), em “Editais”.
10.3.06
Obras anunciadas para 2006
A lista é longa, ocupa quase duas páginas, mas importante para quem mora nos bairros beneficiados, até para cobrar ao governo a realização do serviço.
Portanto, aqui vai a relação completa do pacote anunciado pelo prefeito José Ronaldo na terça-feira. Nota-se que o governo teve a preocupação de fazer alguma coisa em toda parte, para ninguém se dizer excluído.
Mangabeira
Pavimentação em paralelo das ruas Guarapura, Lourdes Maria, Mathias, Iatabirita, Imbituba, Itapira e travessa Camamu.
Tomba
Pavimentação em paralelo das ruas Emanuela Guimarães, João de Carvalho, Jasmim, Nilo Peçanha, Magnólia, Virgem, Tafarel, Trecho da rua D, Nova Esperança, 2ª travessa Salvador, João de Deus, Tocantinópolis, travessa Tocantinópolis, 1ª travessa Guilherme Azevedo, Leonardo Evangelista, travessa 2 Irmãos, travessa Trajano Morais, travessa Torre de Pedra, travessa Timbaúba, 1ª travessa Caraguatatuba, São João do Cazumbá.
Queimadinha
Pavimentação em paralelo das ruas Lorena, São Paulo, Rio Grande, Minas Gerais, Amazonas.
Conceição
Pavimentação em paralelo das ruas Branca, Palmerindo, Palmito, Vila Mariano, avenida Heitor Villa Lobos
Jardim Acácia
Pavimentação em paralelo, trecho da rua Mercúrio, Belo Horizonte, travessa Belo Horizonte.
Gabriela
Pavimentação em paralelo das ruas Sinhazinha, O Direito de Amar, complemento da rua Flamengo, Santana do Agreste, lateral da Escada, Bravo.
Parque Getúlio Vargas
Pavimentação em paralelo da rua São Domingos.
Santa Mônica
Pavimentação em paralelo da praça Arnaldo Brito, complementação e pavimentação em asfalto das ruas São Romão, Cariri, Itaporanga, Galiléia, Porto Príncipe, Moamedi, Alvin, Cosme e Damião, São Pedro, Tocantins, São Cristóvão, coronel Alfredo Coelho.
Avenida Rio de Janeiro (DNER)
Reurbanização da praça da Concórdia
Feira X
Construção e urbanização da Praça do conjunto Feira X
Brasília
Pavimentação em concreto e paralelepípedos das ruas Rodeio (esquina com a Pedro Suzart), 3ª travessa rio Itapemirim, travessa rio Purus, travessa rio Juruá (Vila Queiroz), travessa Milão, travessa Pedro Suzart, travessa rio Itapemirim e travessa Rio Solimões.
Conjuntos localizados na região do Tomba
Pavimentação em paralelo das ruas do conjunto Fraternidade, do Loteamento Escoteiro, conjunto Luciano Barreto e recuperação da praça poliesportiva do conjunto Feira VII.
Complementação e pavimentação em asfalto da rua Vespasiano (até o novo posto de saúde).
Cidade Nova
Reurbanização da praça do Correio, urbanização da praça da rua Clodoaldo, drenagem de águas pluviais da Cidade Nova à avenida Maria Quitéria (Praça João Havelange)
Olhos D´água
Reurbanização da Praça da Paquera, fechamento do canal da rua Araújo Pinho.
Feira VI
Pavimentação em paralelo da rua Pomedore e rua O.
Serraria Brasil
Pavimentação em paralelo da rua Pedra Cruz
SIM
Pavimentação da rua Passo Alegre
Agrovila
Pavimentação em paralelo das ruas do bairro Agrovila
Campo Limpo
Pavimentação em paralelo das ruas Humildes, Ipanema, Paissandu, Itapororocas, Mirandrópolis, Canidópolis, João Lima, construção da pista de bicicross da cidade (Loteamento Vivenda Anselmo Gomes), complementação e pavimentação em asfalto das ruas Uberaba, Tomazinha, Engenheiro Navarro, Ipanema, Assis Brasil, rua e Travessa Mereópolis, Santo Antônio de Pádua
Novo Horizonte
Pavimentação em paralelo da rua Padre Manoel da Nóbrega e acesso ao bairro
Coronel José Pinto
Pavimentação em paralelo da rua Caxias
Jardim Cruzeiro
Complementação e pavimentação em asfalto das ruas Barrolândia, Barro Branco, Barro Duro, Barro Alto, Petrolina, Senhor do Bonfim, Nazaré, Itambé, Itabuna, Miguel Calmon, Juazeiro, Nossa Senhora da Purificação, construção de muro e alambrado do campo de futebol, ampliação do Hospital da Mulher (setor administrativo).
Nova Esperança
Pavimentação em paralelo das ruas Três Riachos, 1ª e 2ª Travessas Três Riachos.
Parque Ipê
Pavimentação em paralelo das ruas Campo Grande, Portuguesa de Desportos, e construção da Quadra Poliesportiva
Parque Brasil (Conceição)
Recuperação da Associação de Moradores do Parque Brasil (Creche Tio Jonas)
Rocinha
Pavimentação em paralelo das ruas Shalon, Geová Nissi, Isolina Bastos, Ebenezia
Eucalipto
Pavimentação em paralelepípedo da rua Agrônomos
Estação Nova
Pavimentação em paralelo das ruas Peru, Gardênia, Istefânia.
Pedra do Descanso
Pavimentação em paralelo da rua Jacuí
Conjunto Feira IX
Construção da praça esportiva, praça pública da rua A, Caminho 09.
Capuchinhos
Complementação e pavimentação em asfalto das ruas Botelho, Bossoroca, Coromandel, coronel Murta ( Irmã Dulce) e recuperação da quadra poliesportiva da Escola Monteiro Lobato
Subaé
Recuperação da quadra poliesportiva
Centro
Urbanização da praça Jackson do Amauri com a construção do Monumento do Caminhoneiro.
Conjunto Feira V
Pavimentação em paralelo do Caminho 16
Panorama
Complementação e pavimentação em asfalto das ruas Contagem, André Vital, Américo Simas, Afonso Celso, Conceição da Barra, Conceição, Conceição do Almeida (Trechos 1 e 2), Conceição do Araguaia, ruas Cocal (trechos 1 e 2), Álvares de Azevedo, Colinas.
Bonfim de Feira
Recuperação da quadra poliesportiva
Jaguara
Urbanização da praça do povoado de Sete Portas
Tiquaruçu
Pavimentação em paralelo do povoado Alto do Santo
Jaíba
Pavimentação em paralelo do conjunto Renato Costa
Humildes
Construção da biblioteca
Distrito Maria Quitéria
Construção do Salão de Recreação da Escola Francisco Martins da Silva
Portanto, aqui vai a relação completa do pacote anunciado pelo prefeito José Ronaldo na terça-feira. Nota-se que o governo teve a preocupação de fazer alguma coisa em toda parte, para ninguém se dizer excluído.
Mangabeira
Pavimentação em paralelo das ruas Guarapura, Lourdes Maria, Mathias, Iatabirita, Imbituba, Itapira e travessa Camamu.
Tomba
Pavimentação em paralelo das ruas Emanuela Guimarães, João de Carvalho, Jasmim, Nilo Peçanha, Magnólia, Virgem, Tafarel, Trecho da rua D, Nova Esperança, 2ª travessa Salvador, João de Deus, Tocantinópolis, travessa Tocantinópolis, 1ª travessa Guilherme Azevedo, Leonardo Evangelista, travessa 2 Irmãos, travessa Trajano Morais, travessa Torre de Pedra, travessa Timbaúba, 1ª travessa Caraguatatuba, São João do Cazumbá.
Queimadinha
Pavimentação em paralelo das ruas Lorena, São Paulo, Rio Grande, Minas Gerais, Amazonas.
Conceição
Pavimentação em paralelo das ruas Branca, Palmerindo, Palmito, Vila Mariano, avenida Heitor Villa Lobos
Jardim Acácia
Pavimentação em paralelo, trecho da rua Mercúrio, Belo Horizonte, travessa Belo Horizonte.
Gabriela
Pavimentação em paralelo das ruas Sinhazinha, O Direito de Amar, complemento da rua Flamengo, Santana do Agreste, lateral da Escada, Bravo.
Parque Getúlio Vargas
Pavimentação em paralelo da rua São Domingos.
Santa Mônica
Pavimentação em paralelo da praça Arnaldo Brito, complementação e pavimentação em asfalto das ruas São Romão, Cariri, Itaporanga, Galiléia, Porto Príncipe, Moamedi, Alvin, Cosme e Damião, São Pedro, Tocantins, São Cristóvão, coronel Alfredo Coelho.
Avenida Rio de Janeiro (DNER)
Reurbanização da praça da Concórdia
Feira X
Construção e urbanização da Praça do conjunto Feira X
Brasília
Pavimentação em concreto e paralelepípedos das ruas Rodeio (esquina com a Pedro Suzart), 3ª travessa rio Itapemirim, travessa rio Purus, travessa rio Juruá (Vila Queiroz), travessa Milão, travessa Pedro Suzart, travessa rio Itapemirim e travessa Rio Solimões.
Conjuntos localizados na região do Tomba
Pavimentação em paralelo das ruas do conjunto Fraternidade, do Loteamento Escoteiro, conjunto Luciano Barreto e recuperação da praça poliesportiva do conjunto Feira VII.
Complementação e pavimentação em asfalto da rua Vespasiano (até o novo posto de saúde).
Cidade Nova
Reurbanização da praça do Correio, urbanização da praça da rua Clodoaldo, drenagem de águas pluviais da Cidade Nova à avenida Maria Quitéria (Praça João Havelange)
Olhos D´água
Reurbanização da Praça da Paquera, fechamento do canal da rua Araújo Pinho.
Feira VI
Pavimentação em paralelo da rua Pomedore e rua O.
Serraria Brasil
Pavimentação em paralelo da rua Pedra Cruz
SIM
Pavimentação da rua Passo Alegre
Agrovila
Pavimentação em paralelo das ruas do bairro Agrovila
Campo Limpo
Pavimentação em paralelo das ruas Humildes, Ipanema, Paissandu, Itapororocas, Mirandrópolis, Canidópolis, João Lima, construção da pista de bicicross da cidade (Loteamento Vivenda Anselmo Gomes), complementação e pavimentação em asfalto das ruas Uberaba, Tomazinha, Engenheiro Navarro, Ipanema, Assis Brasil, rua e Travessa Mereópolis, Santo Antônio de Pádua
Novo Horizonte
Pavimentação em paralelo da rua Padre Manoel da Nóbrega e acesso ao bairro
Coronel José Pinto
Pavimentação em paralelo da rua Caxias
Jardim Cruzeiro
Complementação e pavimentação em asfalto das ruas Barrolândia, Barro Branco, Barro Duro, Barro Alto, Petrolina, Senhor do Bonfim, Nazaré, Itambé, Itabuna, Miguel Calmon, Juazeiro, Nossa Senhora da Purificação, construção de muro e alambrado do campo de futebol, ampliação do Hospital da Mulher (setor administrativo).
Nova Esperança
Pavimentação em paralelo das ruas Três Riachos, 1ª e 2ª Travessas Três Riachos.
Parque Ipê
Pavimentação em paralelo das ruas Campo Grande, Portuguesa de Desportos, e construção da Quadra Poliesportiva
Parque Brasil (Conceição)
Recuperação da Associação de Moradores do Parque Brasil (Creche Tio Jonas)
Rocinha
Pavimentação em paralelo das ruas Shalon, Geová Nissi, Isolina Bastos, Ebenezia
Eucalipto
Pavimentação em paralelepípedo da rua Agrônomos
Estação Nova
Pavimentação em paralelo das ruas Peru, Gardênia, Istefânia.
Pedra do Descanso
Pavimentação em paralelo da rua Jacuí
Conjunto Feira IX
Construção da praça esportiva, praça pública da rua A, Caminho 09.
Capuchinhos
Complementação e pavimentação em asfalto das ruas Botelho, Bossoroca, Coromandel, coronel Murta ( Irmã Dulce) e recuperação da quadra poliesportiva da Escola Monteiro Lobato
Subaé
Recuperação da quadra poliesportiva
Centro
Urbanização da praça Jackson do Amauri com a construção do Monumento do Caminhoneiro.
Conjunto Feira V
Pavimentação em paralelo do Caminho 16
Panorama
Complementação e pavimentação em asfalto das ruas Contagem, André Vital, Américo Simas, Afonso Celso, Conceição da Barra, Conceição, Conceição do Almeida (Trechos 1 e 2), Conceição do Araguaia, ruas Cocal (trechos 1 e 2), Álvares de Azevedo, Colinas.
Bonfim de Feira
Recuperação da quadra poliesportiva
Jaguara
Urbanização da praça do povoado de Sete Portas
Tiquaruçu
Pavimentação em paralelo do povoado Alto do Santo
Jaíba
Pavimentação em paralelo do conjunto Renato Costa
Humildes
Construção da biblioteca
Distrito Maria Quitéria
Construção do Salão de Recreação da Escola Francisco Martins da Silva
Micareta: mais de 90% dos camarotes vendidos
A pouco mais de um mês do início da Micareta (20 a 23 de abril), até o final da tarde de quinta-feira restavam apenas 40 camarotes, dos 430 colocados à venda pela Toldos São Paulo (são 120 camarotes com capacidade para 20 pessoas e 310 para 12 foliões).
As vendas foram iniciadas em setembro. Restam 16 com capacidade para 20 pessoas (custam R$ 2.500 divididos em cinco vezes no cartão de crédito Mastercard ou em duas vezes no cheque) e outros 24 camarotes para 12 pessoas (R$ 1.500).
As vendas estão sendo feitas na Central dos Camarotes, no primeiro piso do Arnold Silva Plaza.
As vendas foram iniciadas em setembro. Restam 16 com capacidade para 20 pessoas (custam R$ 2.500 divididos em cinco vezes no cartão de crédito Mastercard ou em duas vezes no cheque) e outros 24 camarotes para 12 pessoas (R$ 1.500).
As vendas estão sendo feitas na Central dos Camarotes, no primeiro piso do Arnold Silva Plaza.
Atrações sairão ao meio-dia na sexta de Micareta?
Foi o que anunciou a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, que se reuniu com representantes dos blocos que desfilarão na Micareta na noite de segunda-feira no CIFS (Centro das Indústrias de Feira de Santana).
A conferir quando começar a festa (se bem que depois que começa todo mundo esquece do atraso). A Micareta de Feira de Santana acontece de 20 a 23 de abril.
A conferir quando começar a festa (se bem que depois que começa todo mundo esquece do atraso). A Micareta de Feira de Santana acontece de 20 a 23 de abril.
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